Paróquia São Judas Tadeu

fevereiro 2026

Santo do dia

Santa Escolástica

Hoje, recordamos o testemunho daquela que foi irmã gêmea de São Bento, pai do monaquismo cristão. Ambos nasceram em 480, em Núrsia, região de Umbria, Itália. Santa Escolástica começou a seguir Jesus muito cedo. Mulher de oração, ela sempre foi acompanhando o irmão por meio de intercessão. Depois, ao falecer seus pais, ela deu tudo aos pobres. Junto com uma criada, que era amiga de confiança e seguidora também de Cristo, foi ter com São Bento, que saiu da clausura para acolhê-la. Com alguns monges eles dialogaram e ela expressou o desejo de seguir Cristo através das regras beneditinas. São Bento discerniu pela vocação ao ponto de passar a regra para sua irmã e ela tornou-se a fundadora do ramo feminino: as Beneditinas. Não demorou muito, muitas jovens começaram a seguir Cristo nos passos de São Bento e de Santa Escolástica. Uma vez por ano, eles se encontravam dentro da propriedade do mosteiro. Certa vez, num último encontro, a santa, com sua intimidade com Deus, teve a revelação de que a sua partida estava próxima. Então, depois do diálogo e da partilha com seu irmão, ela pediu mais tempo para conversar sobre as realidades do céu e a vida dos bem-aventurados. Mas São Bento, que não sabia do que se tratava, por causa da regra disse não. Ela, então, inclinou a cabeça, fez uma oração silenciosa e o tempo, que estava tão bom, tornou-se uma tempestade. Eles ficaram presos no local e tiveram mais tempo. A reação de São Bento foi de perguntar o que ela havia feito e desejar que Deus a perdoasse por aquilo. Santa Escolástica, na simplicidade e na alegria, disse-lhe: “Eu pedi para conversar, você não aceitou. Então, pedi para o Senhor e Ele me atendeu”. Passados três dias, São Bento teve a visão de uma pomba que subia aos céus. Era o símbolo da partida de sua irmã. Não demorou muito, ele também faleceu. Santa Escolástica, rogai por nós!

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Papa Leão divulga mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais 2026

Para o pontífice, devemos preservar o dom da comunicação O Papa Leão XIV divulgou sua mensagem para o 60º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que é celebrado em 31 de maio. No texto, o pontífice afirma que devemos “preservar o dom da comunicação como a mais profunda verdade do homem”. Segundo o papa, “o rosto e a voz são traços únicos e distintos de cada pessoa”, ou seja, cada um tem seu jeito de se manifestar, não podendo ser substituído por qualquer tecnologia digital, como a IA. Entretanto, com o avanço dos anos, a responsabilidade de preservarmos um dos pilares fundamentais da civilização humana — a comunicação — só aumenta. Cada vez mais temos ferramentas tecnológicas que simulam vozes e rostos humanos, sabedoria e conhecimento, consciência e responsabilidade, empatia e amizade. A inteligência artificial, além de interferir nos sistemas comunicativos, invade o nível mais profundo da comunicação, que é a relação entre as pessoas. Conforme o pontífice, os algoritmos presentes na internet podem prejudicar o nosso pensamento crítico sobre as coisas. “Tudo isto pode enfraquecer ulteriormente a nossa capacidade de pensar de forma analítica e criativa, de compreender significados, de distinguir entre sintaxe e semântica.” Essa crítica feita por Leão também é em razão do controle dos sistemas de inteligência artificial sob a produção de textos, músicas e vídeos. Hoje, as pessoas não se permitem mais elaborar textos próprios, pensar sobre o que escrever, muitas vezes recorrem direto à IA, como no caso do ChatGPT. Com tudo isso, o papa nos diz que devemos preservar o dom da comunicação como a mais profunda verdade do ser humano, para qual também se deve orientar toda a inovação tecnológica.