Hello world!
Welcome to WordPress. This is your first post. Edit or delete it, then start writing!
Hello world!
Welcome to WordPress. This is your first post. Edit or delete it, then start writing!
Hoje, recordamos o testemunho daquela que foi irmã gêmea de São Bento, pai do monaquismo cristão. Ambos nasceram em 480, em Núrsia, região de Umbria, Itália. Santa Escolástica começou a seguir Jesus muito cedo. Mulher de oração, ela sempre foi acompanhando o irmão por meio de intercessão. Depois, ao falecer seus pais, ela deu tudo aos pobres. Junto com uma criada, que era amiga de confiança e seguidora também de Cristo, foi ter com São Bento, que saiu da clausura para acolhê-la. Com alguns monges eles dialogaram e ela expressou o desejo de seguir Cristo através das regras beneditinas. São Bento discerniu pela vocação ao ponto de passar a regra para sua irmã e ela tornou-se a fundadora do ramo feminino: as Beneditinas. Não demorou muito, muitas jovens começaram a seguir Cristo nos passos de São Bento e de Santa Escolástica. Uma vez por ano, eles se encontravam dentro da propriedade do mosteiro. Certa vez, num último encontro, a santa, com sua intimidade com Deus, teve a revelação de que a sua partida estava próxima. Então, depois do diálogo e da partilha com seu irmão, ela pediu mais tempo para conversar sobre as realidades do céu e a vida dos bem-aventurados. Mas São Bento, que não sabia do que se tratava, por causa da regra disse não. Ela, então, inclinou a cabeça, fez uma oração silenciosa e o tempo, que estava tão bom, tornou-se uma tempestade. Eles ficaram presos no local e tiveram mais tempo. A reação de São Bento foi de perguntar o que ela havia feito e desejar que Deus a perdoasse por aquilo. Santa Escolástica, na simplicidade e na alegria, disse-lhe: “Eu pedi para conversar, você não aceitou. Então, pedi para o Senhor e Ele me atendeu”. Passados três dias, São Bento teve a visão de uma pomba que subia aos céus. Era o símbolo da partida de sua irmã. Não demorou muito, ele também faleceu. Santa Escolástica, rogai por nós!
Para o pontífice, devemos preservar o dom da comunicação O Papa Leão XIV divulgou sua mensagem para o 60º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que é celebrado em 31 de maio. No texto, o pontífice afirma que devemos “preservar o dom da comunicação como a mais profunda verdade do homem”. Segundo o papa, “o rosto e a voz são traços únicos e distintos de cada pessoa”, ou seja, cada um tem seu jeito de se manifestar, não podendo ser substituído por qualquer tecnologia digital, como a IA. Entretanto, com o avanço dos anos, a responsabilidade de preservarmos um dos pilares fundamentais da civilização humana — a comunicação — só aumenta. Cada vez mais temos ferramentas tecnológicas que simulam vozes e rostos humanos, sabedoria e conhecimento, consciência e responsabilidade, empatia e amizade. A inteligência artificial, além de interferir nos sistemas comunicativos, invade o nível mais profundo da comunicação, que é a relação entre as pessoas. Conforme o pontífice, os algoritmos presentes na internet podem prejudicar o nosso pensamento crítico sobre as coisas. “Tudo isto pode enfraquecer ulteriormente a nossa capacidade de pensar de forma analítica e criativa, de compreender significados, de distinguir entre sintaxe e semântica.” Essa crítica feita por Leão também é em razão do controle dos sistemas de inteligência artificial sob a produção de textos, músicas e vídeos. Hoje, as pessoas não se permitem mais elaborar textos próprios, pensar sobre o que escrever, muitas vezes recorrem direto à IA, como no caso do ChatGPT. Com tudo isso, o papa nos diz que devemos preservar o dom da comunicação como a mais profunda verdade do ser humano, para qual também se deve orientar toda a inovação tecnológica.
O prefeito do Dicastério para a Promoção da Unidade dos Cristãos, em entrevista à mídia vaticana por ocasião da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, reflete sobre as indicações do Papa Leão sobre o ecumenismo, a herança da Reforma e o caminho ecumênico rumo ao ano jubilar de 2030.